Segunda-feira, 16 de Junho de 2018
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26 de março de 2017

Administração voltada para o cidadão

Adão de Almeida, que discursou no encerramento do curso de gestores municipais e de unidades urbanas, no Instituto de Formação de Administração Local, afirmou que o cidadão não precisa de uma administração excessivamente burocrática, onde encontra mais problemas que soluções. “Precisamos de uma administração capaz de criar credibilidade no cidadão. O cidadão tem que olhar para a administração e sentir que do outro lado tem alguém que merece respeito e responsável para com o exercício das suas funções”, disse, acrescentando “todos somos servidores públicos e a expressão servidor representa alguém que está para servir o cidadão, que é o destinatário dos nossos serviços e a razão de ser das nossas funções”. 

No curso, em que participaram 36 administradores, Adão de Almeida lembrou aos formandos que esse exercício exige uma administração mais criativa e proactiva que não se esgote nos paradigmas e seja capaz de olhar sempre para a frente. O secretário de Estado lembrou o momento que o país atravessa, marcado por uma diminuição da receita pública, que afecta a capacidade de intervenção na resolução dos problemas. “Diante da crise, temos sempre opções e caminhos que cabe a nós decidir se ficamos à espera que a receita melhore ou se encontramos soluções para a resolução dos problemas dos cidadãos, mesmo no actual quadro”, disse.

Adão de Almeida apelou ao engenho dos gestores para, mesmo com as dificuldades envolvendo outras alternativas, encontrarmos solução para os diferentes problemas. A solução, disse, é continuar a batalha, procurar soluções e continuarmos a trabalhar para resolvermos os problemas dos cidadãos. Um dos grandes desafios, segundo o secretário de Estado, é fazer cada vez mais uma administração local séria e mais responsável e oferecer aos cidadãos credibilidade. “Não podemos permitir que o cidadão veja a administração local como a parte negativa pelos seus maus exemplos”, acrescentou.

O secretário de Estado lembrou que, recentemente, começou a ser implementada mais uma medida para o reforço da capacidade de intervenção da administração local, o projecto piloto de afectação das receitas comunitárias arrecadadas pelos municípios. Até ao momento, apenas é implementada em Luanda, mas vai ser estendida em breve às demais províncias e municípios. A administradora do Quiculungo considerou a formação valiosa, na medida em que os conhecimentos adquiridos vão permitir desempenhar melhor as suas funções. Ana Silvestre disse que o desenvolvimento deve começar nos municípios.

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