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15 de fevereiro de 2017

Angola mantém liderança na produção

Angola produziu em Janeiro 1,615 milhões de barris de petróleo por dia, número que representa uma quebra mensal de 24 mil barris por dia, e superou a Nigéria que, de acordo com a tabela baseada em comunicação directa, produziu apenas 1,604 milhões de barris por dia, um acréscimo mensal de 233,7 mil barris por dia. Tendo por base a comunicação directa, Angola produziu no ano passado 1,708 milhões de barris por dia, número que excede a produção nigeriana de 1,447 milhões de barris por dia. Fontes secundárias revelaram que Angola produziu em Janeiro mais petróleo do que a Nigéria – 1,651 milhões de barris por dia, menos 23,2 mil barris por dia face a Dezembro de 2016, contra os 1,576 milhões de barris por dia produzidos pelos nigerianos, que produziram mais 101,8 mil barris por dia do que em Dezembro.

Angola também ultrapassou a Nigéria em 2016, no que se refere à produção baseada em fontes secundárias, com uma produção de 1,73 milhões de barris por dia, contra 1,577 milhões de barris por dia dos nigerianos. A quebra verificada na produção petrolífera da Nigéria, que já foi o principal produtor de petróleo em África, deve-se à ocorrência de atentados contra as instalações produtoras, bem como aos oleodutos que transportam o produto para os portos.

No primeiro semestre do ano passado, Angola ultrapassou a Arábia Saudita e manteve uma forte pressão sobre a Rússia. Só no mês de Julho, a China importou 4,72 milhões de toneladas de petróleo de Angola, ou seja, 1,11 milhões de barris por dia, número que representou um crescimento homólogo de 23,3 por cento.  No decurso dos sete primeiros meses do ano, as importações chinesas de petróleo angolano aumentaram 18 por cento para 26,94 milhões de toneladas, ou 923,2 mil barris de petróleo por dia, fazendo de Angola o terceiro maior fornecedor, depois da Arábia Saudita e da Rússia.

Em Julho teve lugar uma procura maior por petróleo de Angola, face ao russo, devido ao facto de o petróleo angolano permitir a obtenção de uma quantidade menor de produtos leves por barril, proporcionando às refinarias maior quantidade de combustíveis tradicionais.  Até Junho, o país era o terceiro maior fornecedor de petróleo da China, depois da Arábia Saudita e da Rússia, de acordo com o relatório mensal do mercado petrolífero, elaborado pela Organização dos Países Produtores de Petróleo (OPEP).

Os três países foram responsáveis por 10 por cento, 18 por cento e 13 por cento dos fornecimentos, tendo a China importado da Arábia Saudita, no período em análise, mais 151 mil barris de petróleo por dia, de Angola mais 175 mil barris por dia e da Rússia menos 236 mil barris por dia.  O Irão aparece em quarto lugar, tendo aumentado o montante de petróleo fornecido à China em 161 mil barris, relativamente ao número contabilizado em Maio.

Notícias

11 de janeiro de 2018
Diplomacia faz rotação de quadros

O Ministério das Relações Exteriores vai abrir um  concurso público interno para o processo de rotatividade dos  funcionários das missões diplomáticas e postos consulares de Angola no  exterior, anunciou o secretário-geral da instituição, Agostinho  Van-Dúnem.


11 de janeiro de 2018
Sónia Serafim Ferreira distinguida no Huambo

Sónia Ferreira, responsável do grupo Okutiuka, detentor de dez títulos  consecutivos no Entrudo no Huambo, foi homenageada terça-feira, no  Planalto Central, pela direcção provincial da Cultura, devido à sua  entrega à causa solidária e à cultura na região.


11 de janeiro de 2018
Nível do campeonato nacional de andebol satisfaz organização

O presidente da Associação de Andebol do Huambo (APAH), Monteiro  Pongolola Lino, considerou, ontem, elevado, o nível competitivo dos  campeonatos nacionais de juvenis, nas classes masculina e feminina, que a  cidade planáltica acolhe desde o passado dia quatro.


15 de dezembro de 2017
Presidente da República prepara movimentação

O Presidente da República, João Lourenço, faz, em Janeiro do próximo  ano, movimentações de embaixadores em todos os países do mundo em que  Angola tem representação diplomática, anunciou ontem, em Luanda, o  ministro das Relações Exteriores, Manuel Augusto.


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