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4 de setembro de 2017

Campeões no topo do palmarés

Neste período, o luso-guineense Mário Palma, com quatro ceptros, o angolano Alberto de Carvalho "Ginguba", um, e o luso-moçambicano Luís Magalhães, um, foram os treinadores da equipa. XXI Edição País-Sede: Marrocos. Data: 04 a 12 de Agosto 2001 Campeão: Angola. Participantes (12): Angola, Argélia, Egipto, Tunísia, Nigéria, Marrocos, Senegal, Costa do Marfim, RCA, Moçambique, Mali e África do Sul. O campeonato voltou a decorrer em “terra de ninguém”, em relação aos principais aspirantes ao título. O Marrocos, campeão no longínquo ano de 1965, não era propriamente uma ameaça para Angola, Egipto, Nigéria e Senegal.

 Era difícil vaticinar o campeão, apesar de a reconquista do título ter dado ânimo à Selecção Nacional, principal candidata. Foi das poucas vezes que todos os campeões continentais se reuniram para discutir o primeiro lugar. Apesar do percalço frente à Argélia, na primeira fase, Angola ergueu o troféu pela sexta vez, superando países com uma história mais longa no “Afrobasket”, casos do Senegal e Egipto. Passava a dominar o palmarés. XXII Edição País-Sede: Egipto. Data: 07 a 16 de Agosto de 2003 Campeão: Angola. Participantes (12): Angola, Nigéria, Egipto, Senegal, RCA, Tunísia, Argélia, Marrocos, África do Sul, Moçambique, Costa do Marfim e Madagáscar.

O Egipto assumiu a organização pela sexta vez, tornando-se no país que mais vezes acolheu a prova. Jogando em casa, o objectivo era o regresso às grandes conquistas, algo que não acontecia há exactos 20 anos. Estavam criadas todas as condições para a vitória dos anfitriões, sobretudo ao preferirem mudar do Cairo para Alexandria, a cidade em que o basquetebol dos “Faraós” conquistou o último título, precisamente frente a Angola. O equilíbrio de forças era grande. Havia pelo menos quatro selecções em condições reais de erguer a taça. Além de Angola e do Egipto, estavam na corrida Senegal e a poderosíssima Nigéria, que embora não tivesse ganho nada, era uma selecção temível. No final e sem surpresa, foi a formação angolana a subir ao mais alto degrau da classificação. Fê-lo passando pelos donos da casa, um facto assinalável.

 XXIII Edição País-Sede: Argélia. Data: 14 a 24 de Agosto de 2005 Campeão: Angola. Participantes (12): Angola, Senegal, Nigéria, Argélia, RCA, Marrocos, Mali, Tunísia, Costa do Marfim, Moçambique, África do Sul e Gabão. Depois do vice-campeonato em Rabat’2001, a Argélia perfilava-se entre as potenciais candidatas ao título, apesar de no campeonato anterior não ter conseguido melhor do que o sétimo lugar. Afinal jogava em casa e era uma equipa em franco crescimento. A mais cotada de todas era a Angola, que detinha sete títulos, mais dois do que os seus principais concorrentes, designadamente Egipto e Senegal, como sempre candidatas naturais ao primeiro lugar do     campeonato, que pela segunda era disputado na Argélia. Nessa altura, já parecia muito difícil outra equipa chegar ao primeiro lugar. E não era mentira nenhuma, pois aos sete títulos os angolanos acrescentaram o oitavo. Isto fez consolidar a hegemonia de quase duas décadas, interrompida apenas em 1997, no Senegal.

XXIV Edição País-sede: Angola. Data: 15 a 25 de Agosto de 2007 Campeão: Angola. Participantes (16): Angola, Camarões, Cabo verde, Egipto, Nigéria, Tunísia, República Centro Africana, Costa do Marfim, Senegal, Marrocos, Mali, Ruanda, África do Sul, Moçambique, RD Congo, Libéria. A jogar em casa, Angola era candidata número um à conquista do ceptro continental. Estava em jogo o quinto título consecutivo. Numa prova marcada por várias surpresas e desilusões, a Selecção Nacional, orientada por Alberto de Carvalho “Ginguba”, passeou toda a sua classe durante a competição, batendo na final os Camarões. Angola conquistava assim o seu nono troféu continental. Selecções como a da Nigéria, Egipto, Senegal, Costa do Marfim e Marrocos destacaram-se pela negativa, contrariamente aos Camarões e Cabo Verde, que, contra todas as expectativas, marcaram presença no pódio.

Manuel Silva “Gi” escolhe hoje os jogadores O seleccionador nacional sénior masculino de basquetebol, Manuel Silva “Gi”, escolhe hoje os 12 jogadores que a partir de sexta-feira perseguem o resgate do título africano, na 29ª edição do Campeonato das Nações, Afrobasket, cuja primeira fase Angola joga na cidade de Dakar, Senegal. Gi define os atletas após a derradeira sessão de treino da Selecção, agendada para as 10h00, no Pavilhão Multiusos Arena do Kilamba. Hermenegildo Santos (base), Leandro Conceição e Roberto Fortes (extremos), Leonel Paulo e Felizardo Ambrósio (extremo-poste e poste), um destes pode ser o dispensado, apurou o Jornal de Angola. A chegada do extremo-poste Sílvio Sousa, 2,06 metros, veio baralhar as contas do seleccionador, provocando a saudável “dor de cabeça". Sílvio, jogador com o qual trabalha desde 2013, na Selecção Sub-16, conquistaram o título africano, deve constar dos escolhidos.

Com a aposta, Manuel Silva pretende elevar a altura do “cinco” nacional hendecacampeão africano (o correspondente a 11 campeonatos). Sob a batuta de Gi trabalham Armando Costa e Hermenegildo Santos (bases), Roberto Fortes, Carlos Morais, Leandro Conceição, Gerson Gonçalves “Lukeny”, Olímpio Cipriano e Leonel Paulo (extremos), Reggie Moore, Sílvio Sousa e Eduardo Mingas (extremo-poste), e os postes Felizardo Ambrósio “Miller” e Yannick Moreira. Inserida no Grupo B, Angola começa a prova continental  diante do Uganda. Na segunda jornada defronta o Marrocos e no fecho a República Centro Africana (RCA). No Grupo A vão competir as  selecções nacionais da Nigéria, Costa do Marfim, Mali e Congo Democrático, no C os Camarões, Guiné, Tunísia e Ruanda, no D Senegal, Egipto, Moçambique e África do Sul.

 

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