Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017
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4 de setembro de 2017

Campeões no topo do palmarés

Neste período, o luso-guineense Mário Palma, com quatro ceptros, o angolano Alberto de Carvalho "Ginguba", um, e o luso-moçambicano Luís Magalhães, um, foram os treinadores da equipa. XXI Edição País-Sede: Marrocos. Data: 04 a 12 de Agosto 2001 Campeão: Angola. Participantes (12): Angola, Argélia, Egipto, Tunísia, Nigéria, Marrocos, Senegal, Costa do Marfim, RCA, Moçambique, Mali e África do Sul. O campeonato voltou a decorrer em “terra de ninguém”, em relação aos principais aspirantes ao título. O Marrocos, campeão no longínquo ano de 1965, não era propriamente uma ameaça para Angola, Egipto, Nigéria e Senegal.

 Era difícil vaticinar o campeão, apesar de a reconquista do título ter dado ânimo à Selecção Nacional, principal candidata. Foi das poucas vezes que todos os campeões continentais se reuniram para discutir o primeiro lugar. Apesar do percalço frente à Argélia, na primeira fase, Angola ergueu o troféu pela sexta vez, superando países com uma história mais longa no “Afrobasket”, casos do Senegal e Egipto. Passava a dominar o palmarés. XXII Edição País-Sede: Egipto. Data: 07 a 16 de Agosto de 2003 Campeão: Angola. Participantes (12): Angola, Nigéria, Egipto, Senegal, RCA, Tunísia, Argélia, Marrocos, África do Sul, Moçambique, Costa do Marfim e Madagáscar.

O Egipto assumiu a organização pela sexta vez, tornando-se no país que mais vezes acolheu a prova. Jogando em casa, o objectivo era o regresso às grandes conquistas, algo que não acontecia há exactos 20 anos. Estavam criadas todas as condições para a vitória dos anfitriões, sobretudo ao preferirem mudar do Cairo para Alexandria, a cidade em que o basquetebol dos “Faraós” conquistou o último título, precisamente frente a Angola. O equilíbrio de forças era grande. Havia pelo menos quatro selecções em condições reais de erguer a taça. Além de Angola e do Egipto, estavam na corrida Senegal e a poderosíssima Nigéria, que embora não tivesse ganho nada, era uma selecção temível. No final e sem surpresa, foi a formação angolana a subir ao mais alto degrau da classificação. Fê-lo passando pelos donos da casa, um facto assinalável.

 XXIII Edição País-Sede: Argélia. Data: 14 a 24 de Agosto de 2005 Campeão: Angola. Participantes (12): Angola, Senegal, Nigéria, Argélia, RCA, Marrocos, Mali, Tunísia, Costa do Marfim, Moçambique, África do Sul e Gabão. Depois do vice-campeonato em Rabat’2001, a Argélia perfilava-se entre as potenciais candidatas ao título, apesar de no campeonato anterior não ter conseguido melhor do que o sétimo lugar. Afinal jogava em casa e era uma equipa em franco crescimento. A mais cotada de todas era a Angola, que detinha sete títulos, mais dois do que os seus principais concorrentes, designadamente Egipto e Senegal, como sempre candidatas naturais ao primeiro lugar do     campeonato, que pela segunda era disputado na Argélia. Nessa altura, já parecia muito difícil outra equipa chegar ao primeiro lugar. E não era mentira nenhuma, pois aos sete títulos os angolanos acrescentaram o oitavo. Isto fez consolidar a hegemonia de quase duas décadas, interrompida apenas em 1997, no Senegal.

XXIV Edição País-sede: Angola. Data: 15 a 25 de Agosto de 2007 Campeão: Angola. Participantes (16): Angola, Camarões, Cabo verde, Egipto, Nigéria, Tunísia, República Centro Africana, Costa do Marfim, Senegal, Marrocos, Mali, Ruanda, África do Sul, Moçambique, RD Congo, Libéria. A jogar em casa, Angola era candidata número um à conquista do ceptro continental. Estava em jogo o quinto título consecutivo. Numa prova marcada por várias surpresas e desilusões, a Selecção Nacional, orientada por Alberto de Carvalho “Ginguba”, passeou toda a sua classe durante a competição, batendo na final os Camarões. Angola conquistava assim o seu nono troféu continental. Selecções como a da Nigéria, Egipto, Senegal, Costa do Marfim e Marrocos destacaram-se pela negativa, contrariamente aos Camarões e Cabo Verde, que, contra todas as expectativas, marcaram presença no pódio.

Manuel Silva “Gi” escolhe hoje os jogadores O seleccionador nacional sénior masculino de basquetebol, Manuel Silva “Gi”, escolhe hoje os 12 jogadores que a partir de sexta-feira perseguem o resgate do título africano, na 29ª edição do Campeonato das Nações, Afrobasket, cuja primeira fase Angola joga na cidade de Dakar, Senegal. Gi define os atletas após a derradeira sessão de treino da Selecção, agendada para as 10h00, no Pavilhão Multiusos Arena do Kilamba. Hermenegildo Santos (base), Leandro Conceição e Roberto Fortes (extremos), Leonel Paulo e Felizardo Ambrósio (extremo-poste e poste), um destes pode ser o dispensado, apurou o Jornal de Angola. A chegada do extremo-poste Sílvio Sousa, 2,06 metros, veio baralhar as contas do seleccionador, provocando a saudável “dor de cabeça". Sílvio, jogador com o qual trabalha desde 2013, na Selecção Sub-16, conquistaram o título africano, deve constar dos escolhidos.

Com a aposta, Manuel Silva pretende elevar a altura do “cinco” nacional hendecacampeão africano (o correspondente a 11 campeonatos). Sob a batuta de Gi trabalham Armando Costa e Hermenegildo Santos (bases), Roberto Fortes, Carlos Morais, Leandro Conceição, Gerson Gonçalves “Lukeny”, Olímpio Cipriano e Leonel Paulo (extremos), Reggie Moore, Sílvio Sousa e Eduardo Mingas (extremo-poste), e os postes Felizardo Ambrósio “Miller” e Yannick Moreira. Inserida no Grupo B, Angola começa a prova continental  diante do Uganda. Na segunda jornada defronta o Marrocos e no fecho a República Centro Africana (RCA). No Grupo A vão competir as  selecções nacionais da Nigéria, Costa do Marfim, Mali e Congo Democrático, no C os Camarões, Guiné, Tunísia e Ruanda, no D Senegal, Egipto, Moçambique e África do Sul.

 

Notícias

24 de novembro de 2017
Sem fronteiras

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24 de novembro de 2017
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24 de novembro de 2017
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21 de novembro de 2017
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O repatriamento de técnicos da Coreia do Norte que se  encontravam a trabalhar em Angola foi feito no estrito cumprimento, por  parte das autoridades angolanas, da resolução do Conselho de Segurança  das Nações Unidas que impõe sanções àquele país asiático, afirmou ontem,  em Luanda, o ministro das Relações Exteriores.


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