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20 de outubro de 2017

Comércio com exterior é favorável para Angola

Entre Abril e Junho, afirma o relatório do comércio externo relativo àquele período, as exportações angolanas aumentaram 8,6 por cento face ao mesmo lapso de tempo de 2016, para um volume de negócios total de 1.339 milhões de kwanzas. Naquele período, as importações diminuíram 3,4 por cento em termos homólogos, para 521.912 milhões de kwanzas, declara o documento. O INE nota que o saldo da balança comercial do segundo trimestre foi influenciado pela recuperação da cotação internacional do barril de petróleo que se verifica desde o final de 2016. Só em combustíveis, Angola exportou nos primeiros três meses do ano um total de 1.263 milhões de kwanzas, equivalente a 94,3 por cento do total, sendo os restantes produtos diamantes, alimentos, madeiras e têxteis.

Vendas ao estrangeiro O documento aponta a China como o principal destino das exportações angolanas, com uma quota de 52,6 por cento do total, ou 704.602 milhões de kwanzas. O valor representa um crescimento de 62,9 por cento, face às aquisições chinesas do mesmo período de 2016, indicam os dados do INE. A Índia manteve o segundo lugar entre os importadores de produtos angolanos, com aquisições que representam 8,8 por cento do total, ou 117.795 milhões de kwanzas, seguida do Canadá, com uma quota de 5,9 por cento ou 78.536 milhões de kwanzas.

Portugal é apontado no documento como o principal país de origem das aquisições angolanas ao estrangeiro no segundo trimestre deste ano, com 17,3 por cento do total (14,89 em todo o ano de 2016), equivalente a 90.175 milhões de kwanzas. Apesar das exportações portuguesas para Angola terem aumentado em termos homólogos, o volume de negócios de Portugal caíu 4,5 por cento face ao primeiro trimestre.  As aquisições à China aumentaram 51 por cento em termos homólogos, para 15,7 por cento do total, representando um volume de negócios de 81.744 milhões de kwanzas, afirma o relatório.   

Os Estados Unidos, com uma quota de 8,00 por cento e exportações avaliadas em 41.791 milhões de kwanzas foram o terceiro parceiro comercial de Angola, seguidos pela África do Sul, com uma quota de 5,9 por cento e um volume de 30.973 milhões de kwanzas, e o Brasil, com 4,8 por cento do total e vendas de 25.102 milhões de kwanzas. O Presidente da República, João Lourenço, apontou no acto de investidura, a 26 de Setembro, os Estados Unidos, China, Rússia, Brasil, Índia, Japão, Alemanha, Espanha, França, Itália, Reino Unido, Coreia do Sul “e outros parceiros não menos importantes”, como aqueles aos que “Angola dará primazia” na sua política externa.

Dados do INE relativos ao comércio externo no primeiro trimestre deste ano já apontavam Portugal com 18,8 por cento de total das importações angolanas, equivalente a 94.389 milhões de kwanzas. Entre Janeiro e Março, as aquisições a Lisboa aumentarem 40,5 por cento em termos homólogos. De Janeiro a Março No primeiro trimestre, as compras angolanas à China caíram quase 20 por cento face ao primeiro trimestre de 2016, para uma quota agora de 11,5 por cento, equivalente a um volume de negócios de 57.579 milhões de kwanzas.

O Reino Unido começou o ano de 2017 em terceiro lugar nas vendas a Angola, que subiram quase 125 por cento em termos homólogos, para uma quota de mercado de 8,00 por cento, equivalente a 40.166 milhões de kwanzas.  No plano inverso, durante o primeiro trimestre, a China reforçou a posição de maior comprador das exportações angolanas, com uma quota de 62,6 por cento no primeiro trimestre de 2017 ou 858.280 milhões de kwanzas, um crescimento superior, em valor, a 97 por cento, face às compras realizadas pela China no mesmo período de 2016.  A Índia, que surgiu no segundo lugar, aumentou as compras a Angola em 6,5 por cento, para 89.460 milhões de kwanzas, seguida da África do Sul com uma quota de 4,1 por cento ou 56.570 milhões de kwanzas.




 

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