Swazilândia: SADC apoia candidatura de Angola no conselho dos direitos humanos da ONU
A decisão foi tomada na 36ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da organização regional, encerrada nesta quarta-feira, em Mbabane, capital do Reino da Swazilândia.
Em declarações à imprensa, no final da reunião, o ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti, afirmou que a SADC assumiu o apoio da candidatura que lhe foi solicitada por Angola.
Angola já fez parte do Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas, no período de 2007 a 2010.
O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas é o sucessor da Comissão das Nações Unidas e é parte do corpo de apoio à Assembleia-Geral da ONU.
Baseado em Genebra, Suíça, sua principal finalidade é aconselhar a Assembleia Geral sobre situações em que os direitos humanos são violados.
À Assembleia Geral, por sua vez, compete fazer recomendações ao Conselho de Segurança. O Conselho dos Direitos Humanos é formado por 47 países.
Ainda em relação às candidaturas, os países membros da SADC reafirmaram o seu apoio à Pelonomi Venson-Moitoi, do Botswana (ministra dos Negócios Estrangeiros), que concorre à substituição da sul-africana Nkosozana Zuma na presidência da Comissão da União Africana, cuja eleição deverá ocorrer em Janeiro de 2017, em Addis Abeba, Etiópia.
De acordo com o ministro das Relações Exteriores, todas as candidaturas que foram então solicitadas pela Região, de modo geral, foram aprovadas.
Aclarou que as decisões tomadas ao grande nível da Cimeira, indicam a boa coordenação que a SADC normalmente tem para o tratamento destas questões.
O Rei Mswati III, que assumiu a presidência rotativa da organização regional, por um período de um ano, apelou o engajamento dos Estados membros para a mobilização de recursos financeiros para o financiamento das infra-estruturas da região.
A Cimeira felicitou o Rei Mswati III que decidiu institucionalizar uma Universidade de Transformação da SADC, que concederá 300 bolsas de estudo, ou seja, 20 para cada um dos Estados-Membros.
Notícias
A reforma que está a ser operada no sector da justiça em Angola é a mais profunda, desde a data da independência nacional (11 de Novembro de 1975), na organização do poder judicial do Estado, mormente dos tribunais que integram a sua jurisdição.
O ministro da comunicação social, João Melo, reiterou, ser compromisso do seu pelouro continuar a criar condições para um sistema de comunicação livre, plural, aberto, sério, credível e diversificado.
Luanda - O Presidente da República, João Lourenço, desloca-se sexta-feira (3), em visitas de trabalho, às províncias do Namibe e Cunene.
Empresários alemães estão entusiasmados em participar no fórum económico, a ser aberto hoje pelo Presidente João Lourenço, afirmou ontem, em Berlim, o ministro das Relações Exteriores.






