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27 de setembro de 2017

Vivalda Dula interpreta trilha sonora em ópera

Com um elenco totalmente feminino, a montagem vai ser focada na criação de um ambiente de fantasia, abrindo espaço para a reflexão sobre períodos conturbados e actuais da história da humanidade. Uma das protagonistas da peça, nas palavras do encenador, representa “uma espécie de anti-santo ou o capitão de uma arca que não é (para rimar com a Arca de Noé).” No palco, vão estar seis actrizes - a portuguesa Maria de Lima, a paraguaia Ana Ivanova  e as brasileiras Lena Roque, Isabella Lemos, Beatrice Sayd e Ana Gabi -, além de um grupo de bailarinas, coreografado por Lisa Giobbi.

Através do português de Maria e do espanhol de Ana, Thomas pretende fazer uma espécie de embate entre os colonizadores que dividiram o mundo. A temporada em São Paulo vai ser de quinta a sábado às 21h00, e domingo às 18h00, até 17 de Dezembro. O reconhecidíssimo dramaturgo já se encontra em São Paulo, Brasil, para os ensaios com o seu elenco de artistas internacional e apresentação da sua obra que estreia em 11 de Novembro. O fundador da companhia London Dry Opera agradeceu publicamente à cantora angolana na sua página de facebook, dizendo: “Vivalda Dula, minha querida: ontem à noite, todos nos sentamos ao redor de uma mesa e ouvimos a sua voz. Não havia um olho seco no grupo.

 Especialmente quando você cantou ‘Out of Control’. Há algo sobre você e a sua voz que é além do nosso controlo, felicitações Vivalda.” Gerald Thomas dirigiu óperas como “The Flying Dutchman” de Wagner, “Dr. Faust” de Busoni e a inacabada ópera de Mozart, “Zaide”. Entre muitas obras, escreveu e dirigiu seu próprio           “Sturmspiel” para o Cuvilliés, com a Companhia Estatal de Munique, e estreou “Perseu e Andrômeda”, de Salvatore Sciarrino, na Ópera Estatal de Stuttgart. Gerald Thomas recebeu três prémios Molière e outros 18 e foi tema de documentários de televisão para as redes alemã NDR 3, brasileira TV Cultura, pública PBS dos EUA e a TV austríaca ORF. Existem três livros sobre o trabalho de Thomas.

Dois deles em português e um em inglês: “O Encenador de Si Mesmo” (editora Perspectiva) “Memória e Invenção: Gerald Thomas em Cena”, de Silvia Fernandes (editora Perspectiva) e “Flash and Crash Days”, de David George (Garand Publishing Inc). Conquistas e ambições A cantora é natural de Luanda e pretende ser uma das maiores vozes do “world music” mundial. A residir nos Estados Unidos, há sete anos, Vivalda Dula abandonou a dança afro-contemporânea, em 2006, e iniciou-se no mundo da música com o seu primeiro musical afro-contemporâneo “Muji Tu”.

O musical foi apresentado na Liga Africana, em Luanda, em 2011, e na cidade de Houston, em 2013, enquanto preparava em simultâneo o seu primeiro disco “Insanidade Mental”. Ao longo da sua carreira, a cantora fez a abertura de festivais de ‘world music’ de figuras internacionais da música como Salif Keita, Allen Toussaint, Ruthie Foster e Cassandra Wilson. Realizou, em 2014, a digressão “Vivalda Dula USA Tour 2014 - Henda mwa Ngola” pelas cidades norte-americanas de Washington, Chicago, Houston, Nova Iorque e Austin, para promover os temas do seu primeiro trabalho discográfico  intitulado “Insanidade Mental”.




 

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