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26 de março de 2017

Selecção começa trilho para o Afrobasket

O grupo é qualificativo para a disputa da fase final da 29.ª edição do Campeonato Africano das Nações, Afrobasket, a decorrer de 19 a 31 de Agosto, no Congo Brazzaville. Angolanos e sul-africanos jogam esta noite pela sexta vez em 18 anos alternados de história de encontros directos entre ambos. Os hendecacampeões somam por vitórias as cinco partidas. O primeiro jogo entre os dois países foi disputado no Afrobasket de Luanda, em 1999, triunfo por 85-25. O segundo aconteceu em 2001, na cidade de Casablanca, Marrocos, 76-40, o terceiro em 2001, em Argel, Argélia, 107-42, e os mas recentes em 2015, na cidade de Tunis, Tunísia, 122-65 e 87-70, sendo este o resultado menos expressivo. Ainda assim, esta noite na capital zambiana, o combinado angolano, orientado por Manuel Silva "Gi" assume-se como favorito à conquista de nova vitória.

Tentar equilibrar os minutos iniciais e procurar contrariar o máximo possível os intentos do "cinco" nacional vai ser certamente a postura a adoptar por instantes pelos sul-africanos. Mais experimentada, a testar está o vasto palmarés africano, cujo número de títulos, 11 campeonatos africanos em 18 presenças fazem jus a sua superioridade, obrigam Angola a entrar com o fito único de ganhar o duelo diante da África do Sul, sem desprimor para esta. Para isso, é preciso que Gi, coadjuvado por Miguel Lutonda com quem faz dupla nos destinos da Selecção Sub-19, tendo antes ambos se sagrado campeões africanos das nações nos Sub-16 e 18, exija aos 12 atletas escolhidos por si concentração máxima e encarar o adversário como se de um colosso da bola ao cesto se tratasse para deste modo não se deixar surpreender.

Para o Africano das Nações apura-se apenas o vencedor do torneio. Para a operação Lusaka foram eleitos Armando Costa, Milton Barros e Hermenegildo Santos (bases), Olímpio Cipriano e Gerson Gonçalves “Lukeny” (extremos), Reggie Moore, Leonel Paulo, Valdelício Joaquim, Islando Manuel “Papa Ngulo” e Fidel Cabita (extremos-postes), Felizardo Ambrósio “Miller” e Eduardo Mingas (postes). O vencedor desta eliminatória junta-se ao Congo Brazzaville, anfitrião da prova este ano, a Nigéria, detentora do título continental, e a República Democrática do Congo, Egipto, Uganda e Moçambique, primeiras classificadas das respectivas zonas. As selecções que terminarem em segundo lugar nas respectivas eliminatórias terão uma segunda hipótese de avançar para o Congo Brazzaville, pois jogam em data a anunciar pela área técnica e de competições da FIBA-África, um torneio onde se defrontarão no sistema todas contra todas a uma volta.

Notícias

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11 de janeiro de 2018
Sónia Serafim Ferreira distinguida no Huambo

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11 de janeiro de 2018
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